Jardim

Banana del Paraná - Asimina triloba


Banana del Paraná


Árvore de tamanho médio, nativa do leste dos Estados Unidos, a Asimina triloba, também conhecida como banana do paraná, atinge uma altura de 7-8 metros, desenvolvendo-se muito lentamente. Tem uma haste curta, da qual se ramificam muitos galhos grandes, que se dividem de maneira bastante desordenada, mas dando origem a uma coroa bastante arredondada; as folhas grandes são ovais, cuoiose, no outono, antes de cair, tornam-se amarelo-douradas. Antes das folhas, no início da primavera, nos galhos de um ano florescem grandes flores marrom-avermelhadas, das quais os frutos, semelhantes às bananas, com 10 a 15 cm de comprimento, se reúnem em grupos de três ou quatro; os frutos são comestíveis, possuem polpa cremosa, de sabor adocicado, semelhante à banana e ao abacaxi. De muitas plantas, essa planta também é conhecida como banana da montanha por causa de seus frutos semelhantes à banana na forma e sabor que amadurecem mesmo em níveis típicos do horizonte da montanha.

Exposição



No que diz respeito à exposição aos raios solares, as bananeiras jovens do Paraná precisam ser colocadas em locais semi-sombreados, enquanto as árvores adultas preferem o sol pleno. Essas árvores, que parecem muito exóticas e tropicais, não temem o frio e podem suportar temperaturas próximas a -20 ° C. Sua resistência ideal ao gelo os torna perfeitos para climas rigorosos e para áreas do norte da Itália nas quais as temperaturas no inverno podem cair bem abaixo de zero.

Rega



As bananeiras da montanha podem ficar satisfeitas com as chuvas, mesmo que seja bom regar os espécimes jovens nos períodos quentes do ano, principalmente em caso de seca prolongada. Nos meses de inverno, você deve suspender a rega para evitar estagnação perigosa da água. O clima das montanhas, com chuvas frequentes no verão e nos meses mais quentes, é muito adequado para o crescimento dessas espécies.

Terra


Quanto ao solo, a asimina prefere solos macios e bem drenados, ricos em matéria orgânica. Essas árvores produzem numerosos otários, o que é bom erradicar para um bom desenvolvimento da planta e evitar que esses galhos secundários consigam energia do que é o tronco central do Asimina.
As características do solo ideal para a planta podem ser justificadas considerando seu hábito natural de origem. Vinda de planícies alagadas ou desenvolvendo-se perto de riachos e riachos, a banana do Paraná cresce de maneira ideal onde o solo está solto, rico em detritos e silte.
Um tipo de solo que a planta não suporta é o calcário.

Multiplicação



A multiplicação dessas plantas ocorre por sementes, enquanto a multiplicação agâmica é muito difícil, pois as estacas não produzem raízes. Um aspecto a considerar é que, se não forem plantadas imediatamente, as sementes deverão ser enterradas em solo úmido e expostas a temperaturas de inverno ou mesmo na geladeira. As plantas jovens devem ser cultivadas por pelo menos dois anos em vasos, e depois se estabelecem tomando cuidado para não tocar a terra ao redor das raízes. Quanto às estacas, isso geralmente não cria raízes.
Freqüentemente, quando se decide reproduzir a planta, as plantas com as mesmas características que as originais não são obtidas e também geram frutos (na maioria dos casos) de qualidade inferior.

Pragas e doenças


Os espécimes de Asimina triloba geralmente não são atacados por pragas ou doenças.
No entanto, podemos falar sobre algumas particularidades da planta.
A banana do paraná é uma espécie tóxica (sem levar em consideração os frutos da planta que são comestíveis). Isso ocorre porque no interior das mesmas substâncias com atividade antimitótica estão presentes e, após estudos aprofundados, foi descoberto que essas substâncias poderiam ser usadas no tratamento de tumores.
Para enfatizar mais uma vez, a toxicidade da planta. De fato, algumas pessoas mostram reações alérgicas ao contato com as folhas desta espécie.
A planta não apresenta problemas particulares com pragas e doenças também porque, devido à sua força e resistência, não precisa de nenhum tipo de tratamento.